cover
Tocando Agora:

Entregadores por aplicativo fazem paralisação em Cuiabá e cobram aumento da taxa mínima

Os profissionais paralisaram as atividades para pedir melhores taxas de entrega Reprodução Entregadores por aplicativo da região metropolitana de Cuiabá ade...

Entregadores por aplicativo fazem paralisação em Cuiabá e cobram aumento da taxa mínima
Entregadores por aplicativo fazem paralisação em Cuiabá e cobram aumento da taxa mínima (Foto: Reprodução)

Os profissionais paralisaram as atividades para pedir melhores taxas de entrega Reprodução Entregadores por aplicativo da região metropolitana de Cuiabá aderiram, nesta sexta-feira (31), à paralisação nacional da categoria. Os trabalhadores se concentraram na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), desligaram os aplicativos de entrega e realizaram um protesto por ruas da capital. Entre as principais reivindicações está o aumento da taxa mínima paga por entrega, que, segundo a categoria, deveria passar para R$ 10. Hoje, a o valor é de cerca de R$ 3,50. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias de MT em tempo real e de graça De acordo com um dos organizadores do ato, João Gabriel Patriota Muniz, os valores pagos pelas plataformas não acompanham o aumento do custo de vida e das despesas para manter a atividade. "A manutenção dos pneus, a manutenção da moto, a gasolina e até a alimentação ficaram mais caras. Um salgado hoje custa R$ 8, e a nossa taxa mínima é de R$ 3. Não tem como a gente permanecer nesses valores", afirmou. Agora no g1 Após a concentração na UFMT, os entregadores percorreram algumas regiões da cidade em manifestação. O grupo passou pela região do Jardim Aclimação, nas proximidades de um shopping, para chamar a atenção para as reivindicações da categoria. Proposta a ser votada Atualmente, um projeto em tramitação na Câmara dos Deputados propõe que entregadores por aplicativo recebam R$ 8,50 por entrega em trajetos de até 3 quilômetros de carro ou 4 quilômetros a pé, de bicicleta ou de moto. A proposta também prevê uma alternativa de remuneração por tempo trabalhado, com pagamento mínimo equivalente a dois salários mínimos por hora, atualmente estimado em R$ 14,74 por hora. Já a proposta defendida pelo governo estabelece uma taxa mínima de R$ 10 por entrega, acrescida de R$ 2,50 por quilômetro percorrido além da distância inicial. 💰 Já representantes de empresas afirmam que as divergências vão além da discussão sobre o valor mínimo e que as mudanças propostas pelo governo e pelo Congresso vão inviabilizar o serviço, além de aumentar os custos da operação.