Cuiabá tem aumento no preço do aluguel, mas valor segue abaixo da média nacional; veja ranking
Cuiabá é a 15ª capital mais barata para morar de aluguel no Brasil, segundo dados do Índice FipeZAP referentes a dezembro de 2025, divulgados nesta quinta-f...
Cuiabá é a 15ª capital mais barata para morar de aluguel no Brasil, segundo dados do Índice FipeZAP referentes a dezembro de 2025, divulgados nesta quinta-feira (15). O levantamento mostrou que, para morar na capital mato-grossense, é necessário desembolsar, em média, R$ 46,31 por m² ao mês. A pesquisa aponta ainda que, no ano anterior, o valor médio era de R$ 39,83 por m², o que representa um aumento de 14,61%. No entanto, mesmo com o aumento, o aluguel em Cuiabá permanece mais barato do que a média nacional, que é de R$ 50,98 por m². ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp A cidade mais cara do país para se viver de aluguel é Barueri, onde o custo médio mensal chega a R$ 70,35 por m². A cidade ocupa o topo do ranking desde 2022. LEIA TAMBÉM CASA PRÓPRIA: Preço de imóveis dispara 6,52% em 2025 MINHA CASA, MINHA VIDA: compra de usados dispara e preocupa setor de construção INFLAÇÃO x VIDA REAL: por que os preços do dia a dia podem subir muito mais do que o IPCA Média nacional subiu mais que o dobro da inflação em 2025 Os novos contratos de aluguéis residenciais ficaram, em média, 9,44% mais caros em 2025, segundo o Índice FipeZAP. O resultado ficou 4,06 pontos percentuais (p.p.) abaixo do registrado em 2024, quando o avanço foi de 13,50%. Ainda assim, o aumento anual foi mais que o dobro do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, que avançou 4,26% no ano. Com isso, a alta real dos novos aluguéis (descontada a inflação) foi de 4,97%. Paula Reis, do Grupo OLX, explica que o aumento acima da inflação está relacionado ao desempenho da economia brasileira — em especial ao mercado de trabalho, que segue forte. "A depreciação do valor real dos aluguéis, que ocorreu durante a pandemia, já foi compensada. Contudo, a vitalidade da economia e, em particular, o mercado de trabalho, mantiveram o poder aquisitivo da população, viabilizando a continuidade de reajustes superiores à inflação", diz. Segundo a economista, o cenário de reajustes de aluguéis acima da inflação deve se manter no primeiro semestre de 2026, mas em um ritmo cada vez menor. Ela explica que o setor continuará aquecido, principalmente, por dois fatores: Veja na arte abaixo: Avanço no preço do aluguel residencial em 2025 Arte/g1 Câmara de Cuiabá aprova texto final do projeto que cria o auxílio aluguel para mulheres ví Cuiabá Plaenge